Categoria: Educação e ensino

  • Programa Lute com Inteligência inaugura atividades em EMEF

    Programa Lute com Inteligência inaugura atividades em EMEF

    Na tarde de terça-feira, 06 de fevereiro de 2024, o Programa Lute com Inteligência, em parceria com a dirigente municipal de Educação da cidade de Palmital, Márcia Helena Descrove Franco, inaugurou uma nova atividade no contraturno escolar da EMEF Maria Eulália Vieira Scalla. Mais uma vez dando vida às ideias do BJJ Educacional.

    A partir dessa data, os pequenos pertencentes ao período integral do 2º e 3º ano começaram a ter aulas adicionais de Jiu-Jitsu, desenvolvidas pelo sensei Beto Nunes e pelo educador Beto Cavallari.

    Assim, durante dias específicos da semana, os alunos têm aulas com o sensei Pablo Santos, faixa-preta de Jiu-Jitsu, e seu auxiliar. O objetivo é promover não apenas o domínio da arte marcial, mas também valores sólidos para as crianças entre 7 e 9 anos, que têm a oportunidade única de mergulhar nessa experiência.

    As atividades do Programa Lute com Inteligência contam com o apoio de material didático lúdico, que explora a história, a organização e os valores da arte suave.

    O diretor, Alexandre Roberto Cândido, expressou suas expectativas para o projeto, esperando que: “As crianças aprendam, tenham novas perspectivas do mundo e vivenciem novas experiências”.

    Ele também ressaltou o potencial transformador das crianças diante da implementação dessa nova atividade, afirmando: “Com toda a certeza, vai surtir resultados significativos. Além de ser uma atividade física, traz disciplina e conhecimentos ligados a várias áreas, como geografia, história, conhecimento de mundo, cultural etc”.

    Em uma nota descontraída, o diretor foi questionado se faria Jiu-Jitsu, e a resposta não poderia ser mais positiva: “Com certeza!”

  • Fight & Smart Oferece Aulas de Defesa Pessoal em Palmital

    Fight & Smart Oferece Aulas de Defesa Pessoal em Palmital

    Fight & Smart ofereceu no ultimo semestre de 2023 um curso introdutório de Defesa Pessoal em Palmital, interior de São Paulo. Fique por dentro do que aconteceu e descubra como essa iniciativa impactou positivamente a comunidade, lendo os próximos parágrafos deste post.

    Em um momento em que o ambiente escolar se torna progressivamente mais complexo e, por vezes, até mesmo perigoso, a preparação dos educadores para diversas situações, simples ou de risco, é importante. É nesse contexto que, em colaboração com a Secretaria da Educação de Palmital, o Programa Fight & Smart organizou um curso introdutório de defesa pessoal voltado para professores e funcionários da rede municipal de educação.

    O curso, realizado entre 19/08/2023 e 11/11/2023 e ministrado pelo Coach e Sensei de Jiu-jítsu, Beto Nunes, atraiu a participação de mais de 40 pessoas. As aulas, com duração de uma hora e aplicadas em um espaço cedido pela cidade, foram cuidadosamente planejadas, concentrando-se em técnicas sólidas fundamentadas nos princípios do jiu-jítsu.

    A principal meta da iniciativa era capacitar os participantes para lidar eficazmente com situações de conflito, ao mesmo tempo em que fortalecia os protocolos de segurança escolar.

    Todos os participantes ficaram entusiasmados com a iniciativa e expressaram o desejo de buscar mais oportunidades de formação em relação à defesa pessoal.

    Agora, confira uma breve entrevista com uma das alunas participantes das aulas de Defesa Pessoal em Palmital:

    Valquíria, Auxiliar de Desenvolvimento Infantil na EMEI Ana Beatriz Ortega Monteiro em Palmital.

    O que você achou das aulas?

    “As aulas foram de extrema importância. Para mim, foi um aproveitamento de 100%. Eu não tinha ideia do que era o jiu-jítsu ou defesa pessoal, só ouvia falar. Aqui, vivenciei algo totalmente novo… eu poderia ter começado mais cedo.”

    Em sua opinião, por que é importante ensinar e aprender defesa pessoal?

    “Ensinar e aprender defesa pessoal é essencial para levar para a vida. Primeiramente, para alcançar equilíbrio pessoal, para moldar nosso pensamento e modo de agir. Além disso, iniciar esse aprendizado desde a infância seria ainda mais benéfico, pois iniciar na fase adulta pode ser mais difícil.”

    Qual foi a melhor parte dessa experiência?

    “A melhor parte… Ainda não houve uma melhor parte definida, pois acredito que a melhor parte está por vir: poder continuar praticando e exercitando. Para mim a melhor parte foi desenvolver essa vontade de seguir em frente.”

  • Programa Fight & Smart publica artigo sobre Jiu-jitsu Educacional

    Programa Fight & Smart publica artigo sobre Jiu-jitsu Educacional

    Em um contexto onde o desenvolvimento integral dos alunos é prioridade, nos dedicamos, por meio do Programa Fight & Smart, a criar abordagens inovadoras que buscam melhorar as convenções tradicionais da educação. É essa perspectiva que apresentamos e analisamos em nosso artigo recentemente publicado na REGAE (Revista de Gestão e Avaliação Educacional) .

    Capa do 12° Volume da  REGAE (Revista de Gestão e Avaliação Educacional)

    No dia 5 de janeiro de 2023, sob a tutela da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, o 12º volume da REGAE foi disponibilizado em seu site oficial. Assim como as edições anteriores, esta publicação abrangeu uma variedade de artigos que discutem temas como administração escolar, gestão educacional, políticas educacionais, avaliação educacional e institucional. E é dentro dessa diversidade de tópicos, que destaca-se a abordagem do Jiu-Jitsu Educacional (JJE) pela perspectiva do Programa Fight & Smart.

    Apresentação do Artigo

    Nesta edição, nossa equipe de co-criadores, colaboradores e parceiros, composta por Roberto Cavallari Filho, Norberto de Carvalho Nunes, Osmar Moraes Neto e Victória Lemos, apresentou o artigo intitulado “O Jiu-jitsu como ferramenta pedagógica e organizacional auxiliar ao desenvolvimento pleno da vida”.

    Com um total de 24 páginas, o artigo explora os fundamentos teóricos e práticos do Jiu-Jitsu Educacional (JJE), enfatizando sua importância e relevância no contexto escolar, enquanto analisa o caso específico do Projeto Lute com Inteligência: Jiu-jitsu para a Vida.

    Nele, os autores iniciam fazendo um levantamento bibliográfico a fim de destacar importantes pesquisas acerca dos benefícios da prática da luta no ambiente escolar. Posteriormente, com base na hermenêutica, relacionam o termo Jiu-jitsu educacional com a prática e o estudo da luta inserida em uma proposta didático pedagógica alinhada às orientações contidas na BNCC, com relação ao desenvolvimento pleno da vida.

    Em seguida, apresentam e estudam duas pesquisas de campo para analisar a inovação nos processos de ensino e aprendizagem possibilitadas pelo JJE na escola municipal do Rio de Janeiro. A primeira é uma análise diagnóstica, por meio das ferramentas da observação, da roda de conversa e de questionário estruturado. A segunda é uma análise de testemunhos acerca do impacto na cultura organizacional escolar.

    Os resultados apontam para as contribuições do JJE à cultura organizacional escolar, à comunidade familiar e ao desenvolvimento pleno dos alunos na escola.

    Assim, dividido em 14 partes, incluindo Introdução; Metodologia de Pesquisa; BNCC no contexto do jiu-jítsu; Dimensões do conhecimento; Competências; Áreas, Componentes curriculares, unidades temáticas e habilidades; entre outros, o artigo apresenta e defende uma nova maneira de ensinar e agregar conhecimento as crianças e adolescentes, não apenas transformando o ambiente escolar, mas tudo o que o envolve.

    “Estamos seguros de que o trabalho com o Jiu-jitsu educacional impacta positivamente a cultura organizacional escolar, auxiliando na formação de um ambiente de aprendizado, de colaboração, de respeito, de diversidade, de sociabilidade e de cidadania, transformando o comportamento dos alunos e contribuindo com a escola para o desenvolvimento pleno da vida dos alunos.”

  • Jiu-jitsu educacional: escola pública na Cidade de Deus inicia Programa “Lute com Inteligência”

    Jiu-jitsu educacional: escola pública na Cidade de Deus inicia Programa “Lute com Inteligência”

    O diretor esportivo da Alfabetos Ensino de Esporte, Beto Nunes, esteve no Rio de Janeiro para a inauguração do Programa “Lute com Inteligência: jiu-jitsu para a vida”, pioneiro no jiu-jitsu educacional. O Programa atenderá, inicialmente, 100 crianças do 2º ao 5º anos do Ensino Fundamental da Escola Municipal “Frederick Eyers”, localizada na Cidade de Deus.

    O Programa será liderado pelo professor de educação física, Osmar de Moraes, Faixa-Preta 5º grau em jiu-jitsu e há 19 anos anos lotado na escola. Mazinho, como é carinhosamente chamado pelos colegas e alunos, contou com o apoio da coordenadora da sétima CRE (Coordenadoria Regional de Educação), Professora Márcia Arruda, e das diretoras Laura Fernanda e Maria Rodrigues. Junto com o professor, elas foram fundamentais para viabilizar o projeto na escola e conseguir recursos para a compra de um Tatame. O evento também contou com a presença do presidente do CREF 1 (Conselho Regional de Educação Física), Rogério Melo.

    Lançamento do Programa "Lute com Inteligência: jiu-jitsu para a vida".
    Lançamento do Programa “Lute com Inteligência: jiu-jitsu para a vida”.

    Na ocasião do lançamento do Programa, no dia 15 de março, Beto Nunes, faixa-preta 4º grau em Jiu-jitsu, ressaltou os frutos positivos das práticas corporais e salutares e do estudo desta importante luta na grade curricular. Ele também ressaltou que o Programa “Lute com Inteligência” tem sido gradativamente melhorado, atendendo, atualmente, as exigências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para a unidade temática luta dentro do componente curricular Educação Física.

    Hoje, o programa está totalmente alinhado às competências e habilidades dispostas na BNCC para o componente curricular Educação Física, com material didático progressivo e interdisciplinar, plataformas online de ensino e aprendizagem, livro do professor e formação continuada” afirmou Beto Nunes. 

    O professor Mazinho de Moraes lembrou que há seis anos ele trabalha para levar um projeto de jiu-jitsu para a Escola Municipal “Frederico Eyers”. O contato com Beto Nunes ocorreu durante o Primeiro Encontro Internacional de Jiu-jitsu Educacional, organizado pela Alfabetos em 2021.

    O professor Mazinho foi um dos palestrantes e era um dos únicos, senão o único profissional do jiu-jitsu, com uma ampla e rica experiência com o ensino da luta nas escolas públicas.

    A Alfabetos criou um material didático incrível, nunca visto em nenhum lugar do mundo. São livros didáticos e paradidáticos de jiu-jitsu, elaborados sob as normas da BNCC. Estamos diante de um projeto inédito a nível mundial, ao trazer juntos, a nossa experiência educacional e o material, para o tatame da nossa escola aqui na Cidade de Deus”, enfatizou Mazinho de Moraes. 

  • Summer Camp 2021 na Flórida foca no desenvolvimento educacional, atlético e cultural dos jiujiteiros

    Summer Camp 2021 na Flórida foca no desenvolvimento educacional, atlético e cultural dos jiujiteiros

    O Programa Pedagógica Fight & Smart irá participar, entre os meses de junho e agosto, do Summer Camp 2021 promovido pela Carlson Gracie Academy de Plain City, na Flórida. 

    Para o professor Samuel Kimmel, responsável pelo Summer Camp,

    “Um acampamento de verão (Summer camp) é um programa supervisionado para crianças e adolescentes realizado durante as férias escolares de verão nos Estados Unidos”.

    Crianças e adolescentes que frequentam o acampamento de verão são conhecidos como campistas (campers) ou, neste caso, elas serão conhecidas como jiujiteiras. 

    De qualquer modo, o objetivo principal do acampamento está assegurado, a saber, o desenvolvimento educacional, atlético e cultural dos campistas. 

    Com a introdução do Programa Fight & Smart no Summer Camp, além das atividades já programadas, as crianças e adolescentes terão a chance de aprender mais sobre a geografia, a história e a cultura do Jiu-jitsu brasileiro com o professor Beto Cavallari e fazer oficinas de Jiu-jitsu com o professor Beto Nunes. 

    Tudo em aulas bilíngue inglês-português e com o apoio de material didático (livro e plataforma digital). 

    O Programa Pedagógica Fight & Smart irá participar, entre os meses de junho e agosto, do Summer Camp 2021 promovido pela Carlson Gracie Academy de Plain City, na Flórida.
    O Programa Pedagógica Fight & Smart irá participar, entre os meses de junho e agosto, do Summer Camp 2021 promovido pela Carlson Gracie Academy de Plain City, na Flórida.

    Impactos da pandemia do covid-19

    Como em praticamente todo o mundo, os impactos da pandemia do covid-19 atingiram as escolas e academias da Flórida em 2020 e início de 2021.

    Atualmente, o estado do “Brilho do Sol” (Sunshine State) oferece vacinação a todos os adultos, independente da faixa-etária. Isso permitiu a abertura gradual das escolas e das academias neste ano, possibilitando o planejamento do Summer Camp 2021. 

    Ainda que algumas situações estejam voltando ao normal, para outras, os impactos da pandemia ainda atrapalham o planejamento. Como é o caso do intercâmbio entre alunos brasileiros e americanos do Fight & Smart. 

    Programado inicialmente para 2021, a ida dos alunos brasileiros à Flórida, aproveitando as nossas férias escolares de inverno, no mês de julho, ficará para 2022. 

    Por enquanto, as atividades com aulas comuns, entre alunos brasileiros e americanos, continuarão sendo realizadas pelo ensino remoto e EAD. 

  • Falta de material esportivo para atividades físicas nas escolas dificulta o trabalho

    Falta de material esportivo para atividades físicas nas escolas dificulta o trabalho

    O empobrecimento das atividades físicas nas escolas do Ensino Fundamental foi constatado em pesquisa feita com 7.500 educadores físicos brasileiros

    A principal causa para a falta de qualidade na oferta de atividades físicas nas escolas é a precariedade de materiais e infraestrutura esportiva. Essa constatação está baseada nas respostas de 7.500 professores de educação física e diretores de 1.500 escolas brasileiras.

    Eles responderam à pesquisa intitulada “Escola, Movimento e Esporte: Cenário de Desenvolvimento Humano Integral” feita pelo Instituto Península em parceria com a consultoria Plano CDE.

    Para superar as dificuldades, a pesquisa apontou que 32% dos professores levam materiais esportivos de casa, comprados com o próprio dinheiro. Já 29% dos professores desenvolvem materiais a partir de trabalhos de reciclagem com os alunos.

    Com efeito, esse cenário de empobrecimento e falta de investimento nas atividades de educação física nas escolas contraria a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB). De acordo com a LDB,

    […] a educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica”. 

    Portanto, se é componente curricular obrigatório, deve ser tratada com o mesmo nível de seriedade e receber atenção nas formulações orçamentárias das Secretarias Municipais de Educação.

    Desenvolvimento pleno dos estudantes

    A diretora-executiva do Instituto Península, Heloísa Morel, apontou bem o principal problema revelado pela pesquisa, a saber, a precariedade na execução do desenvolvimento pleno dos estudantes.

    Para Morel, está bem claro a relação entre as atividades esportivas nas escolas e a aprendizagem dos alunos.

    A educação física trabalha o desenvolvimento motor, que tem impacto no desenvolvimento cognitivo. Além do desenvolvimento das competências socioemocionais, porque os valores do esporte, como determinação, trabalho em equipe ajudem neste desenvolvimento. Perceber essa correlação pra gente foi muito importante,” disse Morel.



    É preciso expandir as atividades físicas nas escolas

    Nesse sentido, outro problema que a pesquisa jogou luz diz respeito as modalidades esportivas oferecidas nas escolas. A maior parte das escolas (65%) oferecem apenas futebol, vôlei e handebol.

    Essa centralização de modalidades deixa, por exemplo, a luta Jiu-jitsu, hoje prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), distante dos estudantes. Além do mais, Projeto de Lei do Senado prevê a inclusão do jiu-jitsu como atividade curricular nas escolas públicas brasileiras.

    Por outro lado, pesquisas realizadas onde o Jiu-jitsu está integrado a escola apontam a sua qualidade para trabalhar o desenvolvimento pleno dos estudantes, desde o impacto das atividades físicas nas atividades cognitivas até as competências socioemocionais e os combates a evasão escolar e ao Bullying.

    Fonte: Educação G1

  • Araguaína sanciona lei autorizando o ensino de Jiu-jitsu nas escolas da Educação Básica

    Araguaína sanciona lei autorizando o ensino de Jiu-jitsu nas escolas da Educação Básica

    Lei municipal reconhece o caráter formativo e educativo do Jiu-jitsu Brasileiro como uma atividade que contribui com o desenvolvimento dos alunos das escolas públicas

    A Prefeitura de Araguaína é mais uma a sair na frente na promoção do Jiu-jitsu Brasileiro. O município autorizou a implementação das atividades de luta Jiu-jitsu Brasileiro nas escolas públicas da Educação Básica (1º-9º ano) em 2020.

    A conquista, antecipando o Projeto de Lei do Senado enviado a Câmara dos Deputados, aconteceu através do Projeto de Lei (PL) 3.121 de 2019. O PL foi proposto pelo vereador Divino Bethânia Junior e sancionado pelo prefeito Ronaldo Dimas (Podemos) em 3 de janeiro deste ano. Com isso, a nova Lei reconhece o caráter educacional e formativo do Jiu-jitsu Brasileiro como uma atividade que contribui com o desenvolvimento de crianças e adolescentes.

    Assim, o próximo passo é integrar a Lei nos Projetos Políticos Pedagógicos (PPP) das escolas públicas. Essa fase envolve reuniões com o corpo gestor escolar e pais e responsáveis. Certamente isso acontecerá prevendo o início das atividades para o ano escolar de 2020. O esforço político visa o enriquecimento das atividades de Educação Física e do contraturno escolar (atividades complementares e Educação Integral).

    Araguaína no Tocantins e o Jiu-jitsu brasileiro

    Conhecida como a “Capital do Boi Gordo” e a “Capital Econômica do Tocantins”, o município de Araguaína é a segunda maior cidade do estado do Tocantins com cerca de 180 mil habitantes, atrás apenas da capital Palmas.

    Entretanto, a região, que inclui outro importante município, Imperatriz/MA, também tem se destacado pelo apreço e investimentos nas atividades de luta Jiu-jitsu Brasileiro. Podendo, por conseguinte, também ser chamada de “Capital do Jiu-jitsu”.

    Fonte: AF Notícias

  • Magé/RJ mostra que o Jiu-jitsu no currículo escolar ajuda alunos com autismo e obesidade

    Magé/RJ mostra que o Jiu-jitsu no currículo escolar ajuda alunos com autismo e obesidade

    Em princípio contrários, pais de alunos com autismo e obesidade vêm no Jiu-jitsu no currículo escolar uma ferramenta para a qualidade de vida dos filhos

    De forma inovadora e quebrando os estigmas vinculados ao Jiu-Jitsu, uma pequena escola ra região de Fragoso, na cidade de Magé/RJ, incluiu a modalidade na grade curricular. As aulas são ministradas para mais de 150 alunos, de 3 a 9 anos, do Centro Educacional Soares Coimbra. O responsável é o professor de Educação Física e faixa preta em Jiu-Jitsu, Luciano Moreira. A atividade já apresentou grandes resultados, como a melhora dos alunos na escola, em casa e na própria saúde.

    Pensada para ser uma classe inclusiva, Luciano ministra aulas para crianças com grau de autismo, em que trabalha a interação e as capacidades desses alunos diante dos desafios que parecem impossíveis de superar. Em alguns estudos observou-se que o contato físico é uma das principais formas de se obter uma comunicação com o autista.

    Neste âmbito e com base nos depoimentos dos familiares e professores do CESC, a modalidade se mostrou eficaz, porque promove forte contato físico que pode facilitar o diálogo corporal, além de otimizar o desenvolvimento psicomotor. Durante a luta, a criança é capaz de desenvolver a coordenação espaço-temporal, esquema corporal e ritmo (respiração), além de melhorar algumas valências físicas: agilidade, força, resistência.

    Para além do contato físico, a atividade também trabalha:

    • o respeito pelo adversário e pelos seus próprios limites,
    • conhecimento corporal e
    • autocontrole através de movimentos onde os oponentes iniciam a luta em pé e consequentemente terminam no solo.

    Além do trabalho inclusivo, as aulas de Jiu-Jitsu têm ajudado famílias inteiras no tratamento da obesidade e diabetes, uma vez que já foi comprovado cientificamente os benefícios do esporte para o controle da glicemia.



    Relato dos pais sobre o Jiu-jitsu no currículo escolar

    Lucilene Nolasco fazia parte do grupo de pais que encarava o Jiu-Jitsu com receio, pois via como algo violento. Ela explicou que nunca imaginou o filho praticando a modalidade, mas tudo mudou quando o pequeno Marlon Nolasco foi diagnosticado com diabetes aos três anos.

    Apesar de contrariada, a mãe seguiu a orientação da pediatra e o inscreveu em uma atividade esportiva no CESC, escola em que estuda.

    O fato da atividade ser ministrada por um professor de Educação Física e dentro do ambiente escolar motivou a minha escolha”.

    Hoje, com oito anos, ele é um dos alunos mais empenhados e que apresentou melhores resultados, além de já participar de campeonatos. O aumento na disciplina em casa, o bom humor e a redução no índice glicêmico mostraram a Luciana que ela fez a opção certa.

    Fonte: Conselho Regional de Educação Física – 1ª Região RJ/ES

  • Projeto social com Jiu-jitsu combate o uso de drogas nas escolas públicas de Brasília

    Projeto social com Jiu-jitsu combate o uso de drogas nas escolas públicas de Brasília

    Projeto “Jiu-jitsu contra as drogas” leva prevenção, orientação e conscientização aos estudantes para uma vida saudável e longe das drogas

    A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), do Governo do Distrito Federal, promove o projeto “Jiu-Jitsu contra as drogas”. Por certo, o projeto é um desdobramento do programa “Drogas: Prevenção e Ação”. Ele é voltado, a propósito, ao atendimento das crianças e adolescentes por meio da prática desportiva, em específico do Jiu-jitsu.

    Entre os objetivos do programa estão:

    • prevenção,
    • orientação e
    • conscientização para uma vida saudável, longe das drogas e de comportamentos de risco.

    Em uma das visitas de 2019, na escola da Ceilândia, cerca de 60 estudantes, de 10 a 13 anos de idade, do 5º ano do Ensino Fundamental, foram inseridas numa dinâmica de prevenção ao uso indevido de drogas e cuidados de proteção ao narcotráfico por meio da prática do Jiu-jítsu.



    Início do projeto social com Jiu-jitsu

    Anteriormente, o projeto foi lançado no segundo semestre de 2019 em função do aumento do número de crianças e adolescentes que estão se envolvendo com substâncias psicoativas, seja de forma lícita ou ilícita. Este é um fato observado principalmente no cotidiano das escolas, no ambiente familiar, nas redes sociais e em diversos espaços sociais. Com efeito, duas escolas da rede pública de ensino do DF já receberam o projeto social com Jiu-jitsu.

    Inegavelmente, para o secretário da Sejus, Gustavo Rocha,

    A prática de uma atividade desportiva pode se tornar uma ferramenta importante para o sistema educacional, pelo fato de possibilitar caminhos para a promoção de habilidades socioemocionais e de relações interpessoais positivas”.

    Por sua vez, o subsecretário de Enfrentamento às Drogas, Rodrigo Barbosa, afirma que essa interação com as crianças e os jovens, por meio de uma linguagem acessível a eles, torna o processo de conscientização mais significativo.

    Trata-se de uma ferramenta valiosa para a orientação quanto aos malefícios do uso indevido de drogas e os prejuízos para a vida em sociedade”.

    Fonte: Sejus Brasília

  • Agressões, piadas e exclusão são principais atos de bullying no Brasil

    Agressões, piadas e exclusão são principais atos de bullying no Brasil

    Estudo mostrou a realidade do bullying entre crianças e adolescentes nas escolas brasileiras

    No Brasil, dados de pesquisa indicam que aproximadamente um em cada dez estudantes é vítima frequente de bullying nas escolas. Entre as principais ações de bullying contra crianças e adolescentes estão:

    • agressões físicas ou psicológicas,
    • alvo de piadas e boatos maldosos e
    • exclusão proposital pelos colegas, que não são chamados para festas ou reuniões.

    Essas conclusões fazem parte do terceiro volume do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, dedicado ao bem-estar dos estudantes.

    Em relação a frequência em que o bullying é praticado, o relatório aponta que:

    • 17,5% disseram sofrer alguma das formas de bullying “algumas vezes por mês”
    • 7,8% disseram ser excluídos pelos colegas
    • 9,3%, ser alvo de piadas
    • 4,1%, serem ameaçados
    • 3,2%, empurrados e agredidos fisicamente
    • Outros 5,3% disseram que os colegas frequentemente pegam e destroem as coisas deles
    • 7,9% são alvo de rumores maldosos.

    Com base nos relatos dos estudantes, 9% foram classificados no estudo como vítimas frequentes de bullying, ou seja, estão no topo do indicador de agressões e mais expostos a essa situação.

    Ainda de acordo com o relatório, essas crianças e adolescentes vítimas de bullying carregam também mais sintomas de:

    • depressão,
    • ansiedade,
    • baixa autoestima e
    • perda de interesse por qualquer atividade.

    bullying tem sérias consequências tanto para o agressor quanto para a vítima. Tanto aqueles que praticam o bullying quanto as vítimas são mais propensos a faltar às aulas, abandonar os estudos e ter piores desempenhos acadêmicos que aqueles que não têm relações conflituosas com os colegas”, afirma o estudo.


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    Fonte: Agência Brasil